28.1.26

Sobre David Copperfield, de Charles Dickens

 «Uma obra-prima feita pela capacidade de Dickens de trabalhar a sua própria experiência, transformá-la e dar-lhe um poder de mito.» [Claire Tomalin]


David Copperfield conta-nos a aventura de um rapaz, desde a infância infeliz até à descoberta da sua verdadeira vocação, a de romancista. Entre os fantásticos personagens do livro estão o seu padrasto, o senhor Murdstone; Steerforth, o brilhante mas desprezível colega de escola; a formidável tia Betsey Trotwood; o humilde e traiçoeiro Uriah Heep; a frívola e encantadora Dora; e ainda Micawber, uma das maiores criações cómicas da literatura de todos os tempos.​

Em David Copperfield, romance considerado por Dickens como o seu favorito, o autor baseou-se na sua própria experiência para criar um mundo de tragédia e comédia, ingenuidade e desilusão.​


David Copperfield (trad. Cabral do Nascimento) e outras obras de Charles Dickens estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/charles-dickens/

Sobre David Folder, de Irène Némirovsky

 Doente e abandonado pelos seus, David Golder, um temível homem das finanças, parece destinado a aceitar a ruína.

Mas o amor que tem pela sua filha Joyce, uma jovem frívola e gastadora, sobre a qual não tem qualquer ilusão, leva-o de novo ao campo de batalha.

David Golder decide reconstruir o seu império e prepara-se para o último combate, reunindo o que lhe resta da feroz energia do passado.

Publicado em 1929, este foi o primeiro romance de uma jovem escritora de origem russa de insólita maturidade.


David Golder (trad. José Cláudio e Júlia Ferreira) e outras obras de Irène Némirovsky estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/irene-nemirovsky/

Sobre A Marca na Parede, de Virginia Woolf

 A Marca na Parede, primeiro conto de Virginia Woolf, foi publicado em 1917 como parte do volume Duas Histórias, escrito pela autora e pelo marido, Leonard Woolf. Mais tarde, em 1921, foi publicado como parte da coletânea Monday or Tuesday.

Este conto é escrito na primeira pessoa, como um monólogo em estilo de «fluxo de consciência». A narradora repara numa marca na parede e reflete sobre os mecanismos da mente, abordando temas como religião, autorreflexão, natureza e incerteza, e recordando o desenvolvimento dos padrões de pensamento iniciados na infância.


A Marca na Parede (tradução de Miguel Serras Pereira) e outras obras de Virginia Woolf estão disponíveis em https://www.relogiodagua.pt/autor/virginia-woolf/

Sobre Marca de Água, de Joseph Brodsky

 Em Marca de Água, Joseph Brodsky apresenta-nos um gracioso, inteligente e variado retrato de Veneza.

Observando os mais diversos aspetos da cidade, os canais, as ruas, a arquitetura, as pessoas e a gastronomia, Brodsky capta a magnificência, a fragilidade e a beleza da cidade.

Ao mesmo tempo, desfilam as próprias memórias que Brodsky tem de Veneza, que foi a sua morada de muitos invernos, dos seus amigos, inimigos e amantes. O livro reflete, com enorme força poética, sobre o modo como a passagem do tempo afeta Veneza, alterando a relação entre a água e a terra, a luz e a escuridão, a vida e a morte.


Marca de Água (trad. Ana Luísa Faria) está disponível em https://relogiodagua.pt/produto/marca-de-agua-sobre-veneza/

27.1.26

Sobre Os Lobos da Floresta da Eternidade, de Karl Ove Knausgård

 Um romance vasto e humano, que questiona as responsabilidades que temos perante os outros e nós mesmos — e os limites do que conseguimos compreender acerca da própria vida.

Em 1986, Syvert Løyning, de vinte anos, regressa do serviço militar à casa da mãe, no sul da Noruega. Uma noite, o seu falecido pai surge-lhe num sonho. Ao perceber que, na realidade, pouco sabe sobre ele, Syvert inicia uma investigação. O que descobre altera o seu passado e põe em causa tudo o que julgava saber sobre si. Mas quando a mãe adoece e Syvert precisa de cuidar sozinho do irmão mais novo — Joar —, deixa de haver espaço para especulações filosóficas.

Na Rússia atual, Alevtina Kotov, professora de biologia na Universidade de Moscovo, viaja com o filho até casa do padrasto, para celebrar o seu octogésimo aniversário. Em jovem, Alevtina era brilhante, curiosa e motivada; colocava grandes questões sobre a vida e a consciência humana. Agora, ao aproximar-se da meia-idade, perdeu essa ambição, sem entender como ali chegou. O padrasto, músico, criou-a como se fosse sua filha, e ela nunca se interessou em conhecer o pai biológico. Quando finalmente investiga, descobre que ele morreu há muito, deixando dois filhos: Joar e Syvert.

Anos mais tarde, quando Syvert e Alevtina se encontram em Moscovo, têm duas formas muito diferentes de encarar a vida. Enquanto isso, uma estrela brilhante aparece no céu, iluminando a existência humana e os mistérios que transcendem a nossa visão do mundo.


«Knausgård está entre os melhores escritores vivos.» [The New York Times]


«Knausgård está de volta com um novo romance, irresistivelmente envolvente.» [The Washington Post]


«Os Lobos da Floresta da Eternidade, à semelhança de um romance russo do século XIX, debate-se com os grandes opostos: a visão materialista e a religiosa. O mundo enquanto acidente cósmico versus encarnação de uma intenção luminosa. Este mundo está ou não impregnado de significado? E terá havido melhor momento para o perguntar?» [The New York Times Book Review]


Os Lobos da Floresta da Eternidade (tradução do norueguês de João Reis) e outras obras de Karl Ove Knausgård em https://www.relogiodagua.pt/autor/karl-ove-knausgard/

Sobre A Terra da Eternidade Radiosa, de Harper Lee

 Mataram a Cotovia foi publicado em 1960, com enorme impacto. O romance venceu o Prémio Pulitzer de Ficção, foi traduzido para 40 línguas, vendeu 40 milhões de exemplares, foi adaptado ao cinema num filme galardoado com três Óscares e entrou no cânone literário norte-americano. Seguiu-se Vai e Põe Uma Sentinela, o único outro romance da autora, publicado em 2015.


Mas, antes de se tornar uma lenda literária, Harper Lee foi uma jovem escritora persistente, que acompanhou o amigo de infância Truman Capote ao Kansas, enquanto este se preparava para escrever A Sangue-Frio. Foi também espectadora assídua de cinema, nova-iorquina por adoção e observadora atenta, que escreveu ensaios humanistas, com um humor subtil, publicados em revistas femininas como a McCall’s e a Vogue.


A Terra da Eternidade Radiosa é uma coletânea póstuma que inclui esses e outros ensaios, assim como contos, de várias fases da sua carreira, que oferecem uma nova perspetiva sobre a notável vida literária de Harper Lee.


A Terra da Eternidade Radiosa (tradução de José Mário Silva) e outras obras de Harper Lee estão disponíveis em https://www.relogiodagua.pt/autor/harper-lee/

Sobre Carpinteiros, Levantai alto a Cumeeira e Seymour — Uma Introdução, de J. D. Salinger

 Separadas por dezassete anos, as obras Carpinteiros, Levantai alto a Cumeeira e Seymour — Uma Introdução têm como personagem central Seymour Glass, o filho mais velho da família Glass, criada por J. D. Salinger, recordado pelo seu irmão mais próximo, Buddy.


Carpinteiros, Levantai alto a Cumeeira e Seymour — Uma Introdução e outras obras de J. D. Salinger (traduções de José Lima) estão disponíveis em https://www.relogiodagua.pt/autor/j-d-salinger/